Natural

>> sexta-feira, 31 de julho de 2009

natural wedding
[Polyre.com]

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Desde os tempos da escola

[Martha Stewart Weddings]

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Breakfast at Tiffany's

Quem resiste?
[Martha Stewart Weddings]

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Vintage na sua decoração

>> quinta-feira, 30 de julho de 2009

O significado da palavra vintage vem de vint, relativo à safra de uvas e age, de idade.
Hmmm... não é exatamente sobre o que nós estamos interessadas. Pelo menos não nesse contexto, nesse exato momento...rs.

O vintage em moda e decoração é algo retrógrado, antigo, uma recuperação dos estilos dos anos 20 à 60. Alguma coisa com um estilo que perdurou através do tempo, transformando-se num clássico.

Estamos todos acostumados ao vintage nas roupas. Sabemos que não é difícil de ser encontrado em brechós, em peças de qualidade, muitas vezes de estilistas renomados, com preços muito acessíveis. Uma ótima dica é revirar o armário das nossas avós! Como elas se vestiam bem... (Em que momento as mulheres começaram a usar calças de cintura tão baixa que criam flancos enormes e deformam o corpo, ou tops tão pequenos que fazem os seios “pularem” em cima da mesa do restaurante?)

O mesmo acontece com os objetos de decoração de interiores e mobiliário. Porém, nesse caso, o preço já pode aumentar bastante, principalmente nas lojas de antiguidade, como nas da Rua do Lavradio, por exemplo. Na verdade não era assim até poucos anos atrás, mas desde que a Lapa começou a ser “revitalizada” e aqueles bares incríveis começaram a invadir as construções antigas da região quase caindo aos pedaços, o lugar virou point para os turista. Aí, já viu...

Um mobiliário ou uma peça de decoração antiga num ambiente moderno, adicionam um sentido de grandeza ao ambiente, remetem ao tempo em que as cadeiras eram desenhadas à mão, altamente robustas e ornamentadas, construidas para durar. Hoje em dia essas peças tornaram-se foco de beleza e nunca perdem o estilo.
É tempo de ser vintage. Trazer de volta as formas abstratas e padrões geométricos, e associá-los às cores arrojadas em paredes, tecidos, móveis, etc. Algumas boas opções para caprichar no look de casa e alcançar o olhar vintage, é inserir na sua decoração peças de designers como Charles e Ray Eames, Eero Saarinen, George Nelson, Arne Jacobsen (com cuidado), e de nacionais (ou quase) como Joaquim Tenreiro, Sérgio Rodrigues e Zanine Caldas.
Alguns ainda lançam mão de peças clássicas de Harry Bertóia e Mies van der Rohe. Mas, na minha modesta opinião, seu uso já foi tão saturado nos últimos anos, que acho que se você quiser imprimir um estilo sendo mais original, deveria optar por peças mais esquecidas. Aquelas da vovó mesmo, que não são muito frequentemente “refabricadas” em série pelas lojas de decoração.

Uma outra boa razão para abusar dos clássicos é que, além de ser muito chique, você pode redecorar sua casa mudando a disposição dos móveis, trocando apenas as cores dos tecidos, paredes, etc, sem que seja necessário trocar tudo cada vez que a “moda sai de moda”, porque o vintage é atemporal. Me surpreende que algumas pessoas ainda se desfaçam de peças assim para dar lugar ao mobiliário novo, muitas vezes desconfortáveis e com qualidade muito inferior, somente porque é tendência. E ficam todos com os lares iguais, com cores diferentes.

O estilo vintage também funciona muito bem se misturado ao shabby chic. Materiais antigos como o meio-lambri de madeira nas paredes, tecidos naturais, ladrilhos hidráulicos (minha paixão), peças de decoração românticas, cores neutras, tons pastéis, listrados e florais convivendo em harmonia para alcançar um olhar leve, perfeito para o clima de calor senegalês do Brasil, combina bem não só com as usuais peças de pátina do estilo, mas também com um mobiliário anos 50, por exemplo. Se você resolver fazer uma casa inteirinha vintage, ou inteirinha moderna, corre o risco de cansar também. O ideal é misturar estilos, pegar um pouquinho daqui e dalí e criar o seu próprio estilo.

Agora, deixando de pensar um pouquinho na sua casa e levando o seu olhar para a sua festa de casamento, não seria muito bacana criar um estilo elegante e atemporal, que daqui a vinte anos, quando você estiver revendo seu álbum de casamento com os seus filhos, vai te fazer pensar que parece que foi ontem, ao invés do que acontece agora, quando você revê suas fotos com seu cabelo dos anos 80?

Pense nisso.

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Menos é mais, sempre

>> segunda-feira, 27 de julho de 2009

Acredito que os chamados mini weddings sejam a nova tendência para as comemorações de casamento. Primeiro, porque são um charme! E, segundo, porque em tempos de crise mundial, não é nada elegante esbanjar rios de dinheiro para fazer uma festa de casamento.

Além disso, o dia do casamento é uma data muito importante para os noivos. E por ter uma aura meio mágica, meio lúdica, envolver tantos sonhos e anseios, acredito que somente as pessoas que são realmente especiais para a história do casal devem fazer parte desse momento. É um dia para se sentirem acolhidos e amados. Um dia para se olhar em volta e ter a absoluta certeza de que todos os presentes torcem por vocês e os dedicam carinho e orações. É um dia para sentir o aconchego dos amigos de verdade.

Algumas pessoas podem achar que por ser uma celebração pequena, o mini wedding é sem graça. Discordo veementemente! Justamente por ser “mini”, você tem uma possibilidade maior de fazer tudo da maneira que sempre sonhou. De personalizar cada lacinho e imprimir o seu jeito e seus gostos em cada detalhe.

É isso o que eu quero fazer: te ajudar a definir a idéia do seu dia perfeito, escolher cada mínimo detalhe para que ele se torne real, diferenciando o simples do simplório. (sim, tem diferença)
Quero te encontrar em casa, no trabalho, no seu café predileto, num parque que você adora, numa livraria, ou em qualquer lugar que tenha a sua cara, que te faça bem, que tenha um cheiro que você curte e que te faça dizer é isso aqui que eu sou.

Porque antes de te ajudar a escolher tudo, do mobiliáro ao bem-casado, preciso saber quem você é. Preciso descobrir as músicas que você gosta, os filmes que você assiste, os livros que você lê, os lugares que você frequenta, a estilo de roupa que você usa, enfim... Tudo isso vai influenciar no meu trabalho, me ajudar a definir o tipo de noiva que você é, e com isso, o tipo de comemoração que tem mais a sua cara.

É isso o que vai diferenciar o seu casamento dos outros. Detalhes. Cada pequeno item da decoração, cada forminha de doces, cada item da papelaria, cada acorde de todas as músicas do seu repertório, nada deve estar alí por acaso. Seus convidados precisam perceber que tudo tem uma ligação e um porquê.
Essa é a graça de produzir um mini wedding! E isso é o que vai torná-lo inesquecível! Muito mais importante do que escolher a estilista do momento, o maquiador das estrelas, ou o buffet mais caro, é celebrar com estilo: o seu.

“ A moda sai de moda; o estilo, jamais.” (Coco Chanel)

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